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2012-11-07

2012-01-25

Hope

occupy art - stolen from here



"Can you blame them for feeling a little cynical?"



Barack Obama's 2012 State of the Union adress (full transcript - here)




Numa altura em que a falta de decoro na política cá no burgo é cada vez maior - pelo menos olhando a certas declarações bem infelizes (o que explica em parte o porquê de apenas 56% do eleitorado se rever numa democracia) - com uma classe política aparenta estar numa bolha à parte dos reais problemas cidadão comum, não resisto a transcrever uma frase que me ficou no ouvido, em mais um excelente discurso proferido há menos de uma hora, onde Obama dá na prática o tiro de partida na campanha para a sua reeleição. Quase que me atrevo a dizer que cada país e cada povo tem o presidente que merece.

2011-01-20


"Ask not, what your country can do for you.

Ask what, you can do for your country."

2010-06-15

BP Oil Spill


imagem via indymedia.us



If It Was My Home - Visualizing the BP Oil Spill (clicar)


Definitivamente os 801 km2 do arquipélago ficariam submergidos dentro dos 6500 km2 que a mancha já atingiu.



2010-01-07

Enquanto nós por cá...



imagem retirada daqui (autoria James Cauty)

"Barack Obama nomeou uma transexual de 48 anos para um cargo público de relevo. A opção está a ser aplaudida pelas organizações de defesa dos direitos dos homossexuais e transexuais(...)"

in Jornal de Notícias


Muitas vezes pequenos gestos podem enviar grandes mensagens à sociedade. Numa matéria exclusica da esfera pública - o casamento em causa é o civil, é engraçado verificar que o que move a maioria dos defensores do não, são razões de foro espiritual/confessional.

Mais que o simples conceito de casamento - aliás muito lato e em constante evolução, o que está aqui é uma questão de acabar com uma descriminação sobre uma minoria. E o Estado, numa sociedade laica como a nossa, como máximo zelador pelo bem comum, deve e pode dar o exemplo. Tal como Barack acabou de o fazer nos EUA.


2009-10-30

Terminator IV: O Governador de Neverland.




"Arnold Schwarzenegger ainda não comentou o caso, mas a verdade é que a nota utilizada para exprimir o seu veto político à lei 1176 da assembleia legislativa do estado da Califórnia parece ter uma mensagem oculta pouco delicada: "fuck you".

A "f-bomb", como lhe está a chamar a imprensa norte-americana, foi noticiado pela edição online da edição electrónica do San Francisco Bay Guardian. Na nota, Schwarzenegger lamenta que muitos temas que considera prioritários, como a reforma da água e do sistema prisional, bem como dos cuidados de saúde, fiquem perdidos na assembleia, enquanto outros tópicos menos urgentes passam por ele com frequência.

"Mais uma legislativa passa sem que os californianos recebem as reformas que merecem", escreve. O tom agressivo faz com que a mensagem paralela pareça ter sido pensada de propósito - a primeira letra de cada uma das sete linhas do texto, devidamente alinhadas, forma a palavra "fuck you".

O assessor de imprensa do governador Aaron McLear insistiu já que ter-se-á tratado apenas de uma "estranha coincidência".


Se a moda pegasse por cá, queria ver que tipo de criatividade que seria empregue em acórdãos. No entanto, reconheço que é difícil ser mais pueril que isto [que chega a ser cómico, tão criança que é], com a desculpa esfarrapada que foi coincidência - já calcularam e verificaram que as probabilidades de tal acontecer como aconteceu eram de 1 para 8 mil milhões [fantástico como alguém se deu ao trabalho de calcular estas probabilidades!!!].
Mas vindo do homem que disse que a coisa mais difícil que fez na vida foi depilação total, cujas palavras mais conhecidas são "I'll Be Back" e "Hasta, la Vista Baby!" creio que poderemos esperar tudo.

Notícia original - aqui.

Imagem: schwarzenegger-interactive.com

2009-10-11

a construção de um mito



Da mesma maneira que Che, em parte por via da mítica foto de Korda, se tornaria para além de um dos ícones mais representados da cultura pop na segunda metade do séc. XX [segunda imagem mais representada na era contemporânea depois de Jesus Cristo], um símbolo de messiânico de idealismo e mudança - ainda que convenientemente desprovido do real lado obscuro, será que no próximo século o grande símbolo retratado será o de Obama?





Para já, parece que todos sinais apontam nesse sentido. Para ajudar ainda mais à "messianização"da sua figura, surpreendentemente o Nobel da Paz deste ano foi-lhe atribuído, isto quando o seu mandato, ainda que pontuado de muito boas intenções, ainda não realizou resultados palpáveis.
Mas a mensagem subjacente, mais que um reforço e um incentivo para o atingir do que se propõe, vem ao fim ao cabo, saudar o regresso dos EUA à lógica multilateral em relações internacionais reiterando os benefícios do diálogo. Tarefa para um super-homem olhando a complexidade do mundo que nos rodeia? Então Obama é o homem indicado para o trabalho.


post scriptum: No entanto, ainda que crente nas suas capacidades, não será precoce e extemporânea esta nomeação. Se atendermos que as nomeações para o Nobel são submetidas no início de Fevereiro [onde se reduz a uma shortlist de 5 nomes apenas segundo lido na CS], chegamos à conclusão que desde a tomada de posse a 20 de Janeiro deste ano, Obama apenas precisou de estar menos de 15 dias no cargo para ser nomeado...

2009-09-17

"If you want reelection, you gotta have an erection!"

Slogan de vendedor ambulante ouvido na baixa de S. Francisco, pela Creil e pelo Pedro aquando da sua viagem pelos EUA. Faz-me pensar. Em Portugal, para quando material de campanha ou marketing político semelhante a este ou este?

2009-09-12

9/11


O dia em que o Mundo mudou ou simplesmente o dia em que o Mundo se apercebeu que essa mudança há já muito tinha ocorrido?




2009-06-18

Comentário óbvio [estilo jogo de palavras de um título de jornal desportivo]

"Obama prova que consegue fazer mal a uma mosca!"

post scriptum: a descontracção e a postura "easy going" que mantém com os eleitores e com a comunicação social é algo impressionável. E aparenta-me não ser de todo construída.

2009-05-07

Muito mais que um simples hamburger...


Que cada vez mais exista uma parte cénica associada à política, sendo esta deveras importante, todos nós já sabíamos. Que a campanha de Obama mostrou muita criatividade e desbravou caminho a muitas tecnicas em "marketing" eleitoral, utilizando por exemplo com muito proveito as novas tecnologias, também era algo que tinha sido constatado.

Agora, numa altura em que com a recessão, é necessário incutir confiança e segurança à população, a sucessão de mensagens sublimes que uma aparente e casual paragem numa casa de hamburgers, pode possuir é algo extremamente interessante. E nisto Obama e a sua equipa têm se revelado mestres. Ainda que escreva com base em suposições, façamos portanto um pequeno exercício de dissecação dos factos.

O simples facto de ter sido escolhido uma pequena casa de hamburgueres e não uma grande cadeia do género certamente não se deveu a uma questão casual, geográfica ou de gosto. Obama pretendeu assim dar um sinal de confiança aos pequenos comerciantes e gestores de pequenos negócios, precisamente aqueles que mais têm sentido esta crise. Por outro lado, para os eleitor comum, Obama passa a imagem de um homem americano comum e mundano. Um homem perfeitamente normal que tem as mesmas preocupações e deveres. Podemos ainda acrescentar que ao preferir uma pequena casa de hamburger a uma grande cadeia, Obama consegue se precaver contra alguma conotação negativa que essas empresas têm na opinião pública (ou evitar a óbvia colagem publicitária que seria feita). Além disso mostra que prefere as pessoas às grandes corporações, demarcando-se da anterior administração.

Ao aguardar na fila, para além de querer descer do pedestal em que é colocado pelo cargo que ocupa, Obama passa uma mensagem aos cidadãos que podemos interpretar de calma e paciência.

Ao querer pagar e ao renegar quaisquer benefícios advindos do facto de ser quem é, Obama para além de passar a mensagem de confiança, passa uma mensagem de incentivo e estímulo à economia, afinal algo que não abunda muito nos dias que correm. O Presidente mostra ao seu eleitorado que é um deles e está disposto a fazer os mesmos sacrifícios que o comum americano.

Mais rebuscado, mas igualmente muito interessante, foi o "!Hola!" que lançou à empregada de origem hispânica que trabalhava no dito local. Não é à toa que este grupo étnico se tem assumido cada vez mais importante para os candidatos e para os políticos nos EUA. Com uma quota actual de 11% de hispânicos, estima-se que em 2025, este grupo representará cerca de o dobro. Daí a premência da discussão nos EUA em tornar ou não oficial o espanhol. Tendo tido o forte apoio da maioria hispânica, o Presidente pretendeu assim com este pequeno gesto, incluir a mesma tornando a parte de um todo assim como demostrar o seu agradecimento.

Nota final para uma imagem que consegui ver na peça da rtp sobre o assunto. O facto de Biden e Obama levarem os sacos de hamburgers para o restante staff. Isto vem novamente passar a ideia da necessidade de meter mãos à obra, sendo isto extensível do mero cidadão ao presidente.

Obama ainda está em estado de graça. Aliás, não obstante os importantes passos tomados, a cena final com a euforia da população perante a sua presença é sintomática dessa aprovação.

Olhando agora à repercussão que esta notícias teve, creio que não é descabido pensar que afinal, esta visita pode não ter sido tão casual como isso. Ao fim de contas acaba por ser apenas uma reciclagem de velhas técnicas astutas de indução sublime de mensagens em política. E se há pessoa que tem tido o dom de efectuar as mesmas com exactidão, essa pessoa tem sido Obama.

post scriptum: Não é de admirar que outros líderes políticos com funções governativas, comecem a ser "apanhados" em situações casuais, mostrando uma faceta de cidadão comum, mostrando uma ligação intrínseca ao eleitorado e população.

2009-02-12

1809 - Uma boa colheita


Que têm em comum Louis Braille, Pierre-Joseph Proudhon [vide também aqui], Edgar Allen Poe, Felix Mendelsson, George Haussman e Nikolai Gogol [isto só para citar alguns]? Para além de terem deixado um impacto nas suas suas respectivas áreas, nasceram todos em 1809, celebrando-se deste modo o seu bicentenário.

A lista já é impressionante, mas se tomarmos em conta que neste presente dia se celebra o nascimento de Charles Darwin e de Abraham Lincoln, creio que o epíteto "excelente safra" pode ser bem aplicado a esse ano.

Darwin "apenas" forneceu uma explicação lógica e racional para a diversidade de espécies existente, com a sua teoria da evolução das espécies, base da Biologia Moderna. No entanto o seu legado transvasou o mero campo da Biologia, para muitas outras áreas, influenciando fortemente o pensamento científico desde então.

Lincoln [numa altura em que na Casa Branca está um presidente afro-americano que se revê nele], é simplesmente apontado como um dos melhores presidentes americanos de sempre. De humildes origens, destacou-se pelo papel preponderante na abolição da escravatura - facto que quase provocou um secessão e motivou uma Guerra civil - sendo também lhe apontado um brilhante e hábil exercício de poder, onde procurou aconsellhar-se junto dos seus adversários. O seu assassinato ajudou a conferir-lhe uma aura que se reflecte na importância que a história americana lhe [bem] atribuí.

Hoje no metro, vi uma rapariga a ler "On Natural Selection" de Darwin. Calculo que tenha sido propositado, mas não deixa ser uma boa maneira de celebrar o legado de um homem, cujo pensamento continua a ser válido.

2009-01-29

go Veg



Parece que as castas mentalidades dos EUA acham este anúncio uma pouca-vergonha mas todo e qualquer clip da Beyonce ou da Britney uma lufada de ar fresco cheia de sensualidade e nível... critérios!

2009-01-20

The world needs a new superhero!

Com a saída de cena do mais impopular presidente americano de sempre, é hoje nomeado um outro que à partida reúne um largo e supreendente consenso, havendo grande expectativa por partes dos americanos na sua administração [uma sondagem indica que 85% dos americanos espera um desempenho bom ou excelente por parte de Obama].

Olhando ao contexto actual e ao clima de incerteza, estas expectativas extravam as fronteiras americanas e irradiam pelo resto do Mundo.

O mundo já não é um local preto ou branco, numa alusão à lógica maniqueísta do Bem e do Mal. Atravessamos uma zona cinzenta em vários termos, requerendo uma força e uma liderança que nos seja capaz de inspirar, ainda que a missão se afigure quase impossível.

Daí a necessidade de aparecer alguém que nos inspire, tal como um Super Herói!

As expectativas estão bem altas e creio que estas mudanças não acontecerão do dia para a noite - algumas possivelmente não acontecerão. No entanto quero acreditar e se neste momento existe pessoa no mundo que encarne essa vontade de mudança, essa pessoa será sem dúvida Obama.

Seja bem vindo Sr. Presidente!

2009-01-17

Rushmore como nunca o viu!

O outro lado da América presidencial!

A poucos dias da tomada de posse de Obama, antevendo um mandato que já é histórico mesmo antes de o começar, fica por aqui, a interessante história que norteou a criação deste patriótico monumento com as esculturas de Washington, Jefferson, Roosevelt e Lincoln, no Monte Rushmore no estado do Dakota do Sul. Pese tenha que haver o devido distanciamento histórico, creio que a herança de Bush é um pouco pesada. Será Obama o Super-Homem que o mundo clama? Haverá lugar para um 5ºpresidente no verdadeiro monte Rushmore? Espero começar a responder que sim, lá para 2012 aquando de uma possível recandidatura...

2008-11-06

MANIFESTO “ANTI-PRETOS”: BRANCOS PRETOS E PRETOS BRANCOS



Calma, ao contrário do que o título possa indiciar, isto não é uma demonstração de racismo… Bem pelo contrário… Passo a explicar… Tudo começou com Lewis Hamilton (no ano passado e com corolário no presente) e culminando agora com Barack Obama... Ao Tiger Woods não passei muito cartão, talvez pela novidade do fenómeno naquela altura, e por isso ainda não enjoava…
BASTA! Estou farto! Porque é que isto tem que girar em torno da cor da pele??! Ainda que num tom elogioso, a ênfase desta vitória nas eleições presidenciais americanas tem sido a cor da pele de Barack Obama… “Primeiro presidente afro-americano dos EUA”… Bah!! Ignoremos a perspectiva humanista (jamais vista desde JFK); as medidas para transformar a segurança social numa outra digna desse nome, nomeadamente no sector da saúde; a atitude de aproximação/reconciliação em contraste com a anterior atitude de radicalismo/confrontação internos; a redefinição da política externa com afastamento da postura imperialista e de imposição, virando para o internacionalismo; a política económica baseada na criação de valor real e não nas mais valias artificiais (e voláteis) dos mercados financeiros; as preocupações ambientais... Naaaaaão, centremo-nos apenas no facto de Obama ser preto, ou filho de um preto, ou filho de um preto queniano, que isso é que é importante… Esqueçam tudo o que é verdadeiramente importante… Porque o que interessa mesmo é a cor da pele…

Com esta atitude, os media mundiais transformaram e adulteraram o “Yes we can” da mudança/esperança humanista num outro “Yes we can elect a black president”. Ainda que inconscientemente (ou talvez não), este ênfase e distinção de tratamento só contribui para manter um fosso psicológico social entre brancos e pretos. Como se brancos, pretos, amarelos não fossem todos meras pessoas. PESSOAS, ponto final! Foi um preto que ganhou as eleições? Errado! Foi um cidadão americano, no caso um democrata. Não foi uma cor que venceu, foi uma PESSOA!! Se essa pessoa é branca, preta ou amarela isso é apenas um atributo físico e portanto irrelevante… E nesta perspectiva, dar ênfase ao facto de Obama ser o primeiro presidente preto da história dos EUA é tão relevante como alguém ser o primeiro presidente com um sinal no tornozelo, pêlos nas orelhas ou um queixo com 30cm de comprimento (escrevi queixo porque não encontro uma bolinha vermelha para pôr…).
Podem vir com a historicidade em causa para justificar, mas a verdade, e a meu ver, por mais elogioso que seja o tom, e por melhor que sejam as intenções, isso só contribui para chamar à baila, por um lado os discursos de vitimização e por outro os de racismo. O que deveria ser chamado à baila são as atitudes e as ideias e propostas que os candidatos apresentaram.

E há mais para apontar o dedo! O que é que Hamilton e Obama (e já agora, Woods) têm em comum? São todos café com leite! Nem “verdadeiros” pretos são!! Brancos pretos ou pretos brancos, como queiram. Por isso, quanto muito, as manchetes poderiam ser: “Americanos colocam café no leite presidencial”…

Exige-se portanto que retirem de todas as manchetes e conversas de taberna a palavra preto (ou na sua versão politicamente correcta, afro-americano) quando referindo a vitória de Obama! Não porque seja um insulto mas porque diminui o seu valor, desviando a atenção para algo tão irrelevante (e já expliquei porque é que o argumento da historicidade é contraproducente).

Ah como eu gostaria de ver referido o Hamilton campeão mundial como “aquele que foi mais rápido, agressivo e tecnicamente superior, enfim, o melhor!”. Em oposição a “aquele que foi o primeiro campeão mundial negro da história da f1…

VIVA O OBAMA!!

2008-11-05

Yes, he did it!


Obama o 44ºPresidente americano, neste momento com 334 delegados e 52 Milhões de votos (ainda faltam fechar a contagem alguns estados à hora que escrevo), numa eleição cuja taxa de participação terá rondado os 50% (bem acima dos habituais 30%).

País extremamente criticado pela agressiva e unilateral política externa em especial após o 11 de Setembro de 2001, estas eleições vêm comprovar no entanto, que se há país que permite e dá oportunidades a uma efectiva mobilidade social e política, esse país são os Estados Unidos. Toda esta corrida, começando do zero e esta eleição vem comprovar exactamente isso.

Referir o simbolismo que norteia esta eleição. Mais que diferentes políticas (não acredito que a Obama faça um corte tão grande com medidas preconizadas pelos seus precessores como alguns comentadores indicam - embora visse com bons olhos), olhando ao "melting pot" que é a sociedade dos EUA, o que noto é que finalmente as feridas abertas com a Guerra Civil, poderão ser saradas (copiando um editorial do NY Times).

Com um discurso conciliador (aliás tónica já usada no discurso de derrota de McCain)", Obama apelou à união de todos para uma inversão do actual estado de coisas. "This is your victory!"

Post Scriptum: É de questionar se seria possível em Portugal haver um Presidente negro ou de etnia cigana....

2008-10-16

3rd round Obama vs McCain - and the winner is...

...e o vencedor deste terceiro e último debate: "Joe the Plumber"


2008-02-22

uma questão de combustão..

Rússia ameaça usar a força no Kosovo se o Ocidente continuar a interferir na questão...

Será que o Cocktail Molotov está com uma combustão lenta ou pelo contrário, está será muito rápida?

2008-02-18

Cocktail Molotov

...na sua versão mais simples é constituído por 3/4 de gasolina ou petróleo e 1/4 de ácido sulfúrico dentro de uma garrafa com uma tira de pano a arder...

Imaginemos agora que esses 3/4 de gasolina são a indecisão da comunidade internacional, o quarto em falta a Rússia e a Sérvia; e finalmente a tira de pano é a declaração unilateral de independência do Kosovo e teremos assim uma breve descrição da actual situação...

[p.s. Actuará a UE a uma só voz quando no seu seio as opiniões não são convergentes quanto a este tema? Abrirá esta situação um grave precedente que poderá lançar o caos nos Balcãs, Cáucaso [Abecásia, Ossétia do Norte e Nagorno-Karabhza] e levantar graves problemas a estados da UE como a Espanha [a braços com o seu problema com País Basco] ou o Chipre [com a parte norte da ilha], para não falar de outros anseios no Norte de Itália ou da parte flamenga da Bélgica? Finalmente haverá viabilidade na criação deste estado ou não será apenas um passo para a constituiçãod e uma grande Albânia]