(ilustração irmaolucia)
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2012-10-13
2012-10-04
Hands up!
catálogos:
capa,
Cidadania,
crise económica,
Design,
I,
Jornalismo,
Montagem,
Publicidade (não paga)
2012-02-14
let your better half know how you feel.
spending the night with your +1 or watching and chanting for your +11?
it's match day. it's valentines day.
can't we have both?
it's match day. it's valentines day.
can't we have both?
catálogos:
Amor,
Futebol,
Irracionalismo,
Paixão,
Publicidade (não paga),
Puma,
S. Valentim,
Vídeo
2010-07-05
Portugueses no Mundo - RTP1

Galeria de Arte Urbana ao Elevador da Glória (imagem própria via telemóvel)
"Abrimos as portas mais desconhecidas e alternativas de algumas cidade...Por todo o lado, há sempre Portugueses pelo Mundo...
Num país longínquo da Ásia, numa zona movimentada (ou desconhecida nalguns casos) da América, num canto de África, ou da Europa… Por todo o lado, há sempre Portugueses pelo Mundo. São pessoas que partiram das suas terras, mas que mantêm vivas as referências com Portugal.
Homens e mulheres que se acomodaram a novas temperaturas, novas culturas, novos sabores, novos amigos e que agora desfrutam do lugar onde vivem. Portugueses pelo Mundo mistura um programa documental com um programa de viagens. Em cada programa veremos entre cinco a sete histórias de portugueses que residem algures no planeta.
As histórias de cada programa irão entrelaçar-se umas nas outras e serão bem diferentes entre si, baseadas nas características individuais dos entrevistados, nas suas famílias, nos seus amigos, nos seus colegas de trabalho. Alguns protagonistas serão mais exuberantes, outros mais ponderados; alguns estarão totalmente adaptados à nova realidade que lhes cabe viver, outros estarão a dar os primeiros passos.
O único rasgo distintivo que se repetirá em todas as histórias e, por conseguinte, ao longo do programa e do ciclo, é que todas serão dinâmicas, ágeis e terão como cenário um país ou um lugar(...)"
via rtp.pt
Um dos melhores documentários que vi na generalista nos últimos tempos. Arejado, dinâmico e bem feito. Procurando igualmente fugir ao protótipo comum neste tipo de programas. E mostrando uma nova geração de pessoas que faz a sua vida fora do rectângulo (alguns desbobinadores aqui no blog). Uma verdadeira surpresa numa noite de sábado sem planos. Fica a dica!
Homens e mulheres que se acomodaram a novas temperaturas, novas culturas, novos sabores, novos amigos e que agora desfrutam do lugar onde vivem. Portugueses pelo Mundo mistura um programa documental com um programa de viagens. Em cada programa veremos entre cinco a sete histórias de portugueses que residem algures no planeta.
As histórias de cada programa irão entrelaçar-se umas nas outras e serão bem diferentes entre si, baseadas nas características individuais dos entrevistados, nas suas famílias, nos seus amigos, nos seus colegas de trabalho. Alguns protagonistas serão mais exuberantes, outros mais ponderados; alguns estarão totalmente adaptados à nova realidade que lhes cabe viver, outros estarão a dar os primeiros passos.
O único rasgo distintivo que se repetirá em todas as histórias e, por conseguinte, ao longo do programa e do ciclo, é que todas serão dinâmicas, ágeis e terão como cenário um país ou um lugar(...)"
via rtp.pt
Um dos melhores documentários que vi na generalista nos últimos tempos. Arejado, dinâmico e bem feito. Procurando igualmente fugir ao protótipo comum neste tipo de programas. E mostrando uma nova geração de pessoas que faz a sua vida fora do rectângulo (alguns desbobinadores aqui no blog). Uma verdadeira surpresa numa noite de sábado sem planos. Fica a dica!
catálogos:
Desbobinadores,
dicas,
experiências úteis,
Mundo,
Portugal,
Publicidade (não paga),
Qualidade,
RTP,
Viagens
2009-11-08
Boas Compras e Felizes Endividamentos!

"Porra já começou! Dois meses a levar com a gorda da Popota!"
Comentário ouvido numa tasca algures na Grande Alface. O Natal definitivamente está aí à porta. A Popota faz questão de o anunciar. E vem acompanhada pela Leopoldina. Mal posso esperar pelo Jumbo. Com sorte encontram um azevinho na trombra do elefante.
imagem: Portugal Street Art
catálogos:
Consumismo,
Futilidades,
Graffiti,
Guerrilla Art,
Ironia,
Lisboa,
Mensagem,
Natal,
Publicidade (não paga),
Sabedoria de Rua
Dicas de Natal
photo: gazetta.it
"(...)Geography, history, sectarianism, class, religion and economics each play their part in shaping the unique nature of derby matches(...)"
post scriptum: aproveitando a dica de alguns desbobinadores, já testei o site bookdepository.co.uk com um livro que tinha na minha wishlist do amazon há já muito - não encontrava em Portugal. Já com portes incluídos, IVA pago e em média mais barato 25% que a FNAC [comparando com um álbum de Banksy que vi nesta cadeia] - entrega em 5 dias úteis neste caso. Para quem procura livros específicos em inglês é simplesmente o ideal. Uma dica preciosa [e publicidade não paga ehe] a menos de dois meses do Natal.
2009-10-26
Alienação ao quadrado

Sábado vi uma mulher com uma tatuagem no ombro com o símbolo da Herbalife!
Se bem que em parte tenha ficado surpreendido pelo facto da tatuagem versar sobre aquele produto em si [se bem que sabendo-se como funciona a dita organização, manifestações como esta não me surpreendam], reconheço que fiquei a pensar sobre a real influência das marcas nos dias de hoje.
Relembrei-me de um livro que li faz uns anos - No Logo de Naomi Klein (para muitos a bíblia do "neoanarquismo"). Aí é demonstrado que desde sempre houve uma tentativa de separação da marca do produto em si. Ou seja, uma marca mais que um produto, sempre pretendeu almejar e atingir um patamar de conceito próprio representando uma dada característica. Ou seja, mais que mera representação iconográfica de uma empresa associada ao fabrico/venda de um produto, o paradigma mudou para um ideia em que essa marca marque as tendências e represente emoções e modelos a seguir por parte da sociedade, procurando esta fidelizar a pessoa.
Daí que as ditas marcas invistam muito mais na criação do dito conceito e na repercussão da sua imagem, que no desenvolvimento dos seus produtos [vide Nike].
Sabendo-se que a sociedade tal como o Estado é uma construção cumulativa de experiências, tradições, normas de uma dada população num dado espaço geográfico, tendo em conta o elevado patamar de trocas e interacções proporcionado pelo actual estado de globalização, desempenhando as grandes marcas um papel fulcral na repercussão de comportamentos cada vez mais homogéneos a nível mundial, não estarão as marcas a ocupar o lugar anteriormente ocupado pelas religiões e instituições semelhantes? Olhando à progressiva ocupação do espaço, ao progressivo bombardeamento de imagens e conceitos olhando a públicos cada vez mais jovens - cativar possíveis consumidores desde tenra idade, provocando uma efectiva redução de escolha e o fechar de hipóteses - a lógica das sinergias em parte visa esta ideia, que consequências provocarão a nível de comportamentos toda esta overdose mercantil?
Não ocorrerá o risco de haver a curto-médio prazo uma alienação de valores ao sabor da lógica perene das marcas - que estão sempre em constante mutação até para efeitos mercantis? Será que assistiremos a uma progressiva homogeneização com a progressiva erosão de lógicas e tradições locais?
Como conter os aspectos negativos da globalização, sabendo-se que a mesma não pode ser contida e é imparável?
Será toda esta subversão tremendamente imparáveis, ou estarei meramente a escrever um post em tom alarmista, quando não há razão para tal?
Se bem que em parte tenha ficado surpreendido pelo facto da tatuagem versar sobre aquele produto em si [se bem que sabendo-se como funciona a dita organização, manifestações como esta não me surpreendam], reconheço que fiquei a pensar sobre a real influência das marcas nos dias de hoje.
Relembrei-me de um livro que li faz uns anos - No Logo de Naomi Klein (para muitos a bíblia do "neoanarquismo"). Aí é demonstrado que desde sempre houve uma tentativa de separação da marca do produto em si. Ou seja, uma marca mais que um produto, sempre pretendeu almejar e atingir um patamar de conceito próprio representando uma dada característica. Ou seja, mais que mera representação iconográfica de uma empresa associada ao fabrico/venda de um produto, o paradigma mudou para um ideia em que essa marca marque as tendências e represente emoções e modelos a seguir por parte da sociedade, procurando esta fidelizar a pessoa.
Daí que as ditas marcas invistam muito mais na criação do dito conceito e na repercussão da sua imagem, que no desenvolvimento dos seus produtos [vide Nike].
Sabendo-se que a sociedade tal como o Estado é uma construção cumulativa de experiências, tradições, normas de uma dada população num dado espaço geográfico, tendo em conta o elevado patamar de trocas e interacções proporcionado pelo actual estado de globalização, desempenhando as grandes marcas um papel fulcral na repercussão de comportamentos cada vez mais homogéneos a nível mundial, não estarão as marcas a ocupar o lugar anteriormente ocupado pelas religiões e instituições semelhantes? Olhando à progressiva ocupação do espaço, ao progressivo bombardeamento de imagens e conceitos olhando a públicos cada vez mais jovens - cativar possíveis consumidores desde tenra idade, provocando uma efectiva redução de escolha e o fechar de hipóteses - a lógica das sinergias em parte visa esta ideia, que consequências provocarão a nível de comportamentos toda esta overdose mercantil?
Não ocorrerá o risco de haver a curto-médio prazo uma alienação de valores ao sabor da lógica perene das marcas - que estão sempre em constante mutação até para efeitos mercantis? Será que assistiremos a uma progressiva homogeneização com a progressiva erosão de lógicas e tradições locais?
Como conter os aspectos negativos da globalização, sabendo-se que a mesma não pode ser contida e é imparável?
Será toda esta subversão tremendamente imparáveis, ou estarei meramente a escrever um post em tom alarmista, quando não há razão para tal?
foto: D*Face
2009-10-14
A eterna guerra
Mac vs PC
[numa publicidade criativa bem ao jeito do conceito Mac]
post scriptum: escrito por alguém que tem um PC
catálogos:
Criatividade,
Informática,
Publicidade (não paga),
Qualidade
2009-10-13
Roberto Leal ou António Joaquim Fernandes?
Artista Pimba ou Cantor de Música Tradicional? Deve um artista renegar as suas raízes à custa de uma mera estratégia de reinvenção de imagem ou será que esta mudança pode-se incluir como um mero processo criativo num lato conceito de reinvenção artística? Um nome manter ou não? Tudo questões que o público pode responder sobre a forma de uma pequena questão, numa interessante e criativa forma de promoção - votar aqui.
catálogos:
Degredo,
Futilidades,
Imagem,
Música,
Pergunta Retórica,
Perguntas estúpidas,
Publicidade (não paga),
Roberto Leal
2009-09-17
catálogos:
Barack Obama,
Degredo,
EUA,
Marketing Político,
Política Internacional,
Publicidade (não paga)
2009-08-09
work in progress
A pedido de algumas famílias, alterei [finalmente dirão alguns] a cor de fundo do blogue, esperando em que deixe de parecer tão pesado. Vamos assim testar o branco por uns tempos. Aproveitei e introduzi um novo método de comentários usando o sistema Echo da js-kit.com, permitindo assim uma grande amplitude de opções, como inserir fotos e vídeos nos comentários, ou podendo efectuar login enquanto membro do blogger ou de qualquer outra rede social, havendo possibilidade de interacção com o dito perfil.
Espero que gostem. Obviamente aceitam-se mais sugestões.
Espero que gostem. Obviamente aceitam-se mais sugestões.
2009-07-21
2009-07-08
Home
Compra feita há horas na FNAC por menos de 5€.
Excelente fotografia! Excelente mensagem! Highly recommend (ainda que esteja disponível integralmente no Youtube)!
post scriptum: apenas uma pequena curiosidade - este filme é um dos factores apontados para a excelente votação que os Verdes tiveram em países como França ou a Grécia, nas últimas europeias.
2009-06-16
Quando o anti-establisment se torna mainstream...
...ainda assim, não retira a grande qualidade e genialidade do artista ou da exposição.
Estará o anti-establisment Bansky a tornar-se mainstream?
catálogos:
Arte,
Bansky,
Bristol,
Criatividade,
Modas e Tendências,
Publicidade (não paga),
Qualidade
2009-01-22
Afinal ele existe!
Será que existe um Mr. Hut também?
Enquanto pensa no assunto, deixo uma dica para leitura: "O Império do Fast Food" de Eric Schlosser. Uma viagem pelos meandros mais escuros das empresas do sector, cruzando-se em boa medida com a história empresarial americana.
catálogos:
Degredo,
dicas,
Feira do Livro,
Palhaçada,
Publicidade (não paga),
Whooper
2009-01-14
Confiança vs Arrogância
A linha é bem ténue e no que toca a Cristiano Ronaldo, as opiniões dividem-se. É lhe reconhecida uma grande força mental que lhe permite ultrapassar situações algo complicadas, olhando à imensa pressão que o rodeia.
Exemplos não faltam, desde os primeiros tempos conturbados de adaptação a Lisboa, passando pela rápida ascensão no Manchester United onde herdou o mítico número 7 de jogadores como Cantona ou Best, quer pela complicadíssima situação ocorrida no Mundial'06 que motivou a expulsão de Rooney e virou a esmagadora maioria da Inglaterra contra si, quer pelo conturbado último defeso com assédios de Madrid, uma lesão limitadora e um chorrilho de namoradas que lhe foi atribuído.
Cristiano conseguiu ultrapassar quase todas estas situações e manteve a sua bitola exibicional e o seu enfoque (reconhecido aliás) no trabalho. No entanto tudo isto deixou marcas.
Não é à toa que, sendo ele uma das imagens/marcas mais poderosas e valiosas no mundo do desporto (a sua versatilidade desportiva faz com que possa ser adaptável a vários tipos de marcas de diferentes sectores), este não tenha muita receptividade no mercado inglês. Aliás noutro contexto, mesmo em Portugal, olhando a vários comentários colocados em orgãos de CS, houve muitos leitores que comentavam preferir a humildade de Messi face à excessiva arrogância de Cristiano.
Não os critico e inclusivé até eu já aqui alertei para o facto do Cristiano ter que rever pequenos aspectos. Mas creio ser excessivo. Ao ver a entrega de prémios de ontem e mesmo descontando toda a parte cénica e artificial da cerimónia e das declarações da praxe, creio que foi possível ver a verdadeira humildade do Cristiano. A maneira como falou da família e de todo o suporte emocional, desportivo que tem na sua rede de amigos, conselheiros e colegas é reveladora disso.
Isso foi ainda mais visível no telefonema em directo para o Prós e Contras, onde uma (matriacal) Fátima Campos Ferreira falava embevecida para o nosso menino de ouro (ontem claramente tinha o país a seus pés).
Isto faz-me pensar que a fronteira entre o que designamos de auto-confiança e o que designamos de arrogância é afinal de contas muito ténue. O Cristiano de ontem, demonstrou ser um homem que não tem vergonha do que foi, das suas humildes origens, nem procurou ser aquilo que não é. Aliás a postura que demonstra no programa em questão, sempre bem disposto e nada formal, fez-me lembrar uma pose típica de madeirense, estando este por norma, sempre pronto para festa (por vezes é positivo,por vezes é negativo - dava origem a um outro longo post).
A par de toda a confiança, há que referir que possui também uma invulgar (para os nossos medianos parâmetros) capacidade de superação de desafios e estabelecimento de novas metas, assim como uma ética de trabalho invejável.
Eu que, com toda esta lengalenga do Real e de todos estes "fait-divers" extra futebol, já começava a duvidar da suas capacidades humanas, creio que com a postura e a simplicidade que ontem demonstrou, voltei a acreditar neste jogador, que a meu ver tem tudo para ficar na galeria do Olimpo futebolístico na categoria dos imortais. E para tal, não serão apenas as capacidades físicas a contar. As humanas e as atitudes tomadas são deveras importantes. Ou não fosse o futebol um jogo de emoções!
Saiba gerir a sua carreira e mantenha a sua impressionante ética de trabalho e capacidade de superação!
Post scriptum: Excelente vídeo da Nike que demonstra bem a dualidade de sentimentos que Ronaldo desperta. Via Cantinho do Mundo.
2008-10-15
Convite original...
...para uma mega-festa (realizada no passado dia 11). Em 17 países. Durante 24 horas. Do seu XXXº aniversário. Excelente obra-prima. Brought to you by Diesel.
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