A oposição quer vir para a rua porque o Governo a extinguiu no Parlamento. A partir de agora, uma lei pode ser aprovada sem discussão (...)"
2012-07-21
2012-05-05
"o joão faz anos"
2012-01-13
Onde é que eu já ouvi isto? (II)
"Húngaros revoltados com os abusos do seu Governo
Onde é que eu já ouvi isto?
PUTin totality @ Moscow - stolen from here"Putin diz que não tem tempo para participar nos debates das eleições presidenciais.
A razão invocada é a de falta de tempo: dadas as tarefas de primeiro-ministro, Vladimir Putin, que se candidata a regressar ao Kremlin nas eleições presidenciais russas de Março próximo, alega que não pode participar em debates televisivos com os rivais. Solução proposta: enviar um “representante” em seu lugar (...)"
2011-09-02
2011-07-01
já nem vale a pena comentar. Feliz Dia da Região.

"A partir do momento em que há casamentos gay, por que razão não pode haver pessoas que pensem a favor da independência?"
"Caracteriza-se a Demência quando, em um indivíduo que teve o desenvolvimento intelectual saudável, ocorre a perda ou diminuição da capacidade cognitiva, de forma parcial ou completa, permanente ou momentânea e esporádica. Dentre as causas potencialmente reversíveis estão disfunções metabólicas, endócrinas e hidroeletrolíticas, quadros infecciosos, déficits nutricionais e distúrbios psiquiátricos, como a depressão (pseudodemência depressiva).(...)"
via Wikipédia.
2010-04-12
Os partidos enquanto espaços de discussão.

quadro via Ultraperiferias
2010-03-30
2010-02-21
A Impotência
E com isso, podia discorrer e apontar como uma das razões para o elevado conservadorismo da sociedade ou para o peso que instituições como a Igreja Católica, têm na sociedade madeirense. Mas o objectivo deste meu texto não é esse.
É meramente expressar, num texto que assumo ser pessoal, o sentimento vivido à distância, durante todo o dia de hoje. Impotência. Dura e pura. O tentar contactar os entes queridos e não conseguir. O olhar para notícias cada vez mais alarmantes e imaginar o pior. O imaginar possíveis percursos trilhados por quem nos é querido e esperar que o pior não tivesse acontecido. O imaginar que palavras poderiam nunca vir a ser ditas, palavras que sempre deixamos para uma outra ocasião. O passar de um aparente distanciamento perpétuo, que acaba por acontecer quer se queira quer não, para uma urgente necessidade de querer estar lá e ser parte envolvida.
Há um mês, escrevi aqui sobre o desastre ocorrido no Haiti, mas sendo madeirense (ainda que expatriado no rectângulo) como muitos que aqui escrevem e sentindo-me parte envolvida pelo facto de ter a minha família e muitos amigos na ilha, cometo o sacrilégio de confessar que de repente o Inferno dantesco haitiano parece-me algo menor face ao cataclismo diluviano de características bíblicas que ocorreu hoje na minha terra natal. É tudo uma questão de perspectiva e de proximidade, digo eu com o meu agnosticismo pontuado com uma educação numa sociedade profundamente católica, que em alturas de maior irracionalidade aparenta "sobremergir".
Sobre o desastre, mais que encontrar culpas - que as há entre a Natureza e a acção humana - importa acima de tudo minorar os destroços causados e procurar dar conforto e ajuda a quem mais necessita. O rescaldo e o apuramento de responsabilidades é uma necessidade, mas ainda não é tempo para tal, quando necessidades básicas ainda não estão supridas e o sofrimento é recente. O aproveitamento político do caso - seja a favor ou contra como ouvi e li, mais que despropositado, enoja-me e ultrapassa os limites da ética que deveria existir na "res pública". Por uma questão de respeito. Mas as consequências deverão ser apuradas. Porque nada justifica tão elevado preço a pagar. E para que a impotência face à força dos elementos, ainda que impossível de vir a ser domada, não tenha as trágicas consequências que são hoje notícia.
2010-02-02
Num filme de viagem típico dos anos 30 - na idade de ouro dos cruzeiros transatlânticos, numa viagem de Gotemburgo a Gotemburgo. Aqui, ao que parece, no excerto final da viagem, na etapa que liga a Madeira a Lisboa. As diferenças são imensas.
via Duarte Gouveia
2010-01-13
Dejá Vu

in dnoticias.pt
Nova Marina do Lugar de Baixo?
2009-12-29
Brinquinho do Alberto vs Harpa de Nero

in publico.pt
Olhando ao recente Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2010, onde mais uma vez as despesas afectas a infraestruturas nada sustentáveis [e na maior parte das vezes com claros propósitos eleitoralistas - nem falo da parte das receitas extraordinárias previstas], são uma parte de leão do mesmo, não sei até que ponto as consequências futuras da prossecução desta autêntica política suicida, não hipotecarão o futuro das gerações vindouras.
O círculo aparenta estar a apertar-se [recorde-se exemplo de notícia da entrega de escolas e equipamentos de saúde como garantias bancárias para conseguir empréstimos para pagar despesas correntes] e as claras insuficiências deste modelo são cada vez mais notórias. Já aqui escrevi que em política, o comum eleitor tende a não ter uma perspectiva a médio-longo prazo, recompensando politicamente muito a existência de obra, ou seja algo em termos palpáveis e visíveis - como o são betão e cimento. Os alertas para as consequências do arrastar deste tipo de modelo, já há muito eram conhecidos [existem estudos efectuados para o GR desde o início da década por parte de consultores], pelo que apenas se pode deduzir que apenas os ganhos políticos e a lógica da auto perpetuação política apenas estarão a justificar a insistência neste modelo.
Tendo em conta isto e prevendo-se o pior, já aqui dei conta que será engraçado saber como será retratado e relembrado este período, pelos próprios madeirenses daqui a 10 anos.
Já agora e em jeito de conclusão, não resisto a arriscar uma profecia qual Nostradamus. Não passarão muitos anos até introduzirem portagens na Via Litoral. Já esteve mais longe.
2009-11-17
A política da Terra Queimada

in DN-Madeira
Pese as devidas diferenças, a fazer lembrar o bloqueio de Berlim. A política da terra queimada no seu melhor.
impossible is nothing
[somewhere 2000 m above the sea between Pico Ruivo e Pico do Arieiro]
Welcome to Madeira Island Ultra Trail 2009.
2009-10-09
Normalidade democrática
Desculpem-me desde já os leitores, por estar a focar novamente a tecla Madeira, mas não consigo calar a revolta face a acontecimentos que perpetuam-se há mais de 30 anos e que ultimamente persistem em aparecer.
O conceito de democracia é ao contrário do que se pensa, uma conceito deveras lato. Na realidade, no estrito sentido da palavra, significa o governo do povo, no que qualificamos de democracia directa, que ao contrário da representativa, os próprios cidadãos decidem os destinos da gestão pública por maioria. A parte de questões de democracia directa ou representativa, queria isso sim focar que a protecção de minorias é um conceito que apenas aparece devidamente estruturadas e defendida com o que se chama democracia liberal de cariz ocidental.
Esta tornou-se a norma vigente e aceite, sendo a mesma igualmente interpretada e aceite de acordo com toda a herança e matriz histórico-social, como o sistema menos imperfeito de governo. Obviamente que a sua interpretação depende das tais nuances e matrizes histórico-culturais que são dissonantes de país para país, mas poderemos mesmo assim identificar como algo que é geralmente interpretado e aceite em toda a Europa Ocidental.
Na região, fruto de muitos constrangimentos histórico-culturais, estas noções são desde sempre desprezadas. Tal como no passado, a protecção e graves desequilíbrios sociais persistem. Tal como no passado, o espírito crítico e a opinião dissonante é abafada e tomada como afronta em prol de uma normatividade agregadora a uma só voz. Poderia teorizar sobre o porquê de todo isto, mas sei que muito provavelmente escreveria páginas e páginas e não é este o meu propósito.
O meu propósito é demonstrar a total solidariedade para quem ousa efectuar oposição ou destoar politicamente num ambiente asfixiado como é o da Madeira. Fazer oposição não é fácil na ilha, aliás como é norma em meios mais pequenos e fechados. Mas fazer oposição quando esta asfixia é tolerada pela maioria da população, votem ou não nos perpetuadores de toda esta situação, isso é realmente de valor. Quando a passividade da população tolera a violação de pequenas liberdades das minorias que noutros pontos são dados adquiridos, assumir uma opinião dissonante pode assumir consequências que podem vir a ter efeitos muito negativos na vida de quem ousa efectuar essa oposição.
Daí este post, que é escrito a título pessoal (dado não poder vincular a opinião de todos os desbobinadores, que felizmente é diferente e variada). Aliado a este elogio, acrescento o meu "mea-culpa" por ser passivo com a situação e apesar de discutir e falar da mesma, nunca ter feito nada realmente para mudar a mesma. Por, apesar de estar longe no "rectângulo", não ter feito mais. Porque estando longe, é mais fácil nos abstrairmos e "esquecermos" o assunto. Por nunca ter dado a cara ou mesmo o nome. Por ler que há quem queira 54-0 por mero tributo ao líder - que se comporta como um semi-deus - e por eu, no meu pequeno contributo e consciente do que tal barbaridade representa, pouco ou nada ter feito. Ou meramente, "mea-culpa" por ao escrever estas linhas, poder estar a assumir um papel moralmente superior sem que haja consequência prática a nível de acções.
Finalizo este longo e (em parte) pessoal texto com uma citação de Edgar Faure: "A arte de governar consiste em satisfazer a maioria da nação sem antagonizar a minoria"
O que eu desejaria simplesmente é que tivesse em conta o contributo da minoria. Era tudo o que pedia. Nada é perpétuo. Mas preocupa-me o alongar da actual situação e os custos que poderão advir daí.
De um madeirense expatriado, mas que mantém a Madeira no coração.
Aires Gouveia (aka il_messajero)
2009-10-02
Divulgação - Passeio Madeirenses Expatriados a Estudar na capital

"Amigas e amigos,
Quero convidar-vos a participar numa actividade, que pretende unir os estudantes madeirenses a viver e estudar no Continente. No próximo dia 3 de Outubro, pelas 13 hora (o ponto de encontro é no Marquês Pombal, ao pé do Parque Eduardo VII) haverá um passeio turístico pelos principais pontos turísticos de Lisboa, nomeadamente Baixa Pombalina, Castelo de São Jorge, Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém. É uma actividade que não perdes nada e ficas a conhecer colegas madeirenses em Lisboa e até terás a possibilidade de visitar alguns locais de interesse em Lisboa.
Inscreve-te na actividade, podes responder a este e-mail a dizer que irás aparecer e traz um amigo. Peço é que leves o cartão de estudante, deste ano ou do ano anterior, só por uma questão de entrar nos monumentos. Qualquer dúvida contacta-me.
Ah… E passa a palavra aos teus amigos ou divulgar no teu blogue, hi5 ou facebook. Em anexo segue o cartaz da actividade. Divulga…
(...)
Beijinhos e abraço,
Eduardo Freitas (...)"
Post Scriptum: Mais info nomeadamente a nível de contacto clicar aqui
2009-09-10
Pequeno apontamento acerca do "Fuck Them"
Com duas palavras apenas, AJJ lançou bases para uma alternativa ao fleumático Oxford English Spelling. Estará na calha um Berardo English Spelling?
Pelo estilo e falta de decoro apresentados, devo dizer que adequava-se muito bem.
post scriptum: incrível como esta reacção passou quase incólume aos olhos da CS nacional. É aprova que muitos dos dislates de AJJ são vistos e entendidos à distância, como uma questão de estilo ou pior uma questão cultural olhando às características da ilha. E isso é grave.
2009-08-03
via: Priorado de Idiotas (sugestão do bob via email)
2009-07-12
Space Invaders
2009-04-23
Da Capital do Móvel...
...[por um dia] os reis da Madeira!
(momento irracional do post) Eu já estive no Jamor por duas vezes. E vocês?


