Até amanhã às 12h. Sendo malta da casa (que já não escreve há imenso tempo ;) , a gerência agradece.
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2011-06-29
2010-10-07
toca e foge
A fanfarra já anda na rua. Com o seu Q qualidade - tendo em conta isto. Já na segunda edição. À quarta às 22:40 (por volta disso) ou então noutra altura por aqui.
catálogos:
lançamentos,
Meo,
Música,
Projectos,
Q,
Qualidade,
Televisão,
Toca e Foge,
Xukebox
2010-07-18
Uma questão de precedência

Gosto da maneira épica como a RTP anuncia o filme do mês, assim como o filme da semana. Para depois colocar os dois no mesmo serão um a seguir ao outro.
A ditadura das audiências tem o seu quê de esquizofrénico.
A ditadura das audiências tem o seu quê de esquizofrénico.
catálogos:
desculpa para colocar uma boa foto,
Relax,
RTP,
Televisão
2009-11-16
Os tortuosos caminhos de uma Vendetta
imagem: freewebs.com/vforvendettagallery
JPP (José Pacheco Pereira), concorde-se ou não , tem reconhecidamente um estilo muito próprio transparecendo muita combatividade e frontalidade na defesa dos seus argumentos. Recentemente passou a dispor de um espaço de opinião na Sic-Notícias - Ponto Contra Ponto - descrito pelo próprio sítio da SIC como "(...)Um programa de opinião sobre aquilo que nos faz ter opinião: a comunicação social. Os media, os jornais, as rádios, os blogues, os livros, a televisão(...)", capitalizando ainda mais a sua já extensa presença mediática.
Ontem, pese os propósitos do programa - sendo de louvar a intenção de dar uma outra perspectiva face à constante uniformização dos conteúdos informativos, foi evidente registar a "vendetta" pessoal que JPP fez, onde num programa de 14 minutos, dedicou o primeiro terço do programa a rebater as críticas e acusações apontadas pelos diversos meios à sua autêntica cruzada. Aliás, é visível que por muito nobres sejam os seus propósitos - pelo menos apregoa os mesmos dessa maneira, JPP acaba por usar o espaço não para essa intenção inicial, mas meramente como extensão para replicar as suas ideias e argumentos e ataques políticos [aliás visíveis noutros canais de exposição de JPP e que lhe granjeiam tantos ódios].
JPP acaba por sim por reproduzir tudo aquilo que critica. A satisfação com que finalizou o programa antevendo semanas interessantes para a comunicação social e a natural relação daí deduzida com todo o "elán" mediático existente nesta altura, é claramente indiciadora disso. Por outro lado, a sua constante presença em diversos meios e em tudo o que é debates, [com grande repercussão mediática] acaba paradoxalmente e em última instância por levar a uma uniformização de opinião, algo que JPP indica querer reverter.
É pena. Esperava um programa que reflectisse sobre o estado da comunicação social e não se limitasse a apontar de um patamar fictício de superioridade moral as falhas, induzindo uma agenda escondida.
Chego à conclusão que talvez isso não seja possível.
Ontem, pese os propósitos do programa - sendo de louvar a intenção de dar uma outra perspectiva face à constante uniformização dos conteúdos informativos, foi evidente registar a "vendetta" pessoal que JPP fez, onde num programa de 14 minutos, dedicou o primeiro terço do programa a rebater as críticas e acusações apontadas pelos diversos meios à sua autêntica cruzada. Aliás, é visível que por muito nobres sejam os seus propósitos - pelo menos apregoa os mesmos dessa maneira, JPP acaba por usar o espaço não para essa intenção inicial, mas meramente como extensão para replicar as suas ideias e argumentos e ataques políticos [aliás visíveis noutros canais de exposição de JPP e que lhe granjeiam tantos ódios].
JPP acaba por sim por reproduzir tudo aquilo que critica. A satisfação com que finalizou o programa antevendo semanas interessantes para a comunicação social e a natural relação daí deduzida com todo o "elán" mediático existente nesta altura, é claramente indiciadora disso. Por outro lado, a sua constante presença em diversos meios e em tudo o que é debates, [com grande repercussão mediática] acaba paradoxalmente e em última instância por levar a uma uniformização de opinião, algo que JPP indica querer reverter.
É pena. Esperava um programa que reflectisse sobre o estado da comunicação social e não se limitasse a apontar de um patamar fictício de superioridade moral as falhas, induzindo uma agenda escondida.
Chego à conclusão que talvez isso não seja possível.
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comunicação social,
José Pacheco Pereira,
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Política,
Ponto Contraponto,
Televisão,
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