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2008-01-05

Sondagem - cozinheiro com HIV/Sida


Finda a (longa)* sondagem acerca da justiça do despedimento de um cozinheiro que tinha contraído o vírus HIV/Sida, as 21 pessoas que responderam ao desafio indicaram que:

Foi justo o despedimentos - 6 votos absolutos (cerca de 23,8% do total)
Foi injusto o despedimento - 15 votos absolutos (cerca de 76,2% do total)
Sem opinião/indiferente - 0 votos absolutos

Verifica-se assim que mais de 2/3 dos votantes considera injusta a posição da entidade patronal, reflectindo assim a opinião de vários desbobinadores que aqui opinaram sobre este assunto.

No entanto é interessante constatar que muitos dos que acharam injusto o despedimento, acham que o cozinheiro deveria ter sido orientado para outras funções e não despedido.
Como é óbvio, estes resultados não terão qualquer tipo de valor ou acuricidade no sentido de mostrar alguma tendência da sociedade portuguesa em relação a este assunto, mas poderão dar uma luz acerca das opiniões entre aqueles que humildemente visitam este espaço.

* longa devido ao facto de ter me esquecido da password de acesso aos resultados absolutos desta sondagem...

2007-11-25

Será que o facto de um cozinheiro ter o vírus HIV, será factor para o seu justo despedimento?

Na sequência de algumas conversas e discussões entre os desbobinadores acerca deste tema, resolvi alargar a conversa e pô-la sob forma de votação a todos aqueles que nos visitam.

Será que o facto de um cozinheiro ter o vírus HIV, será factor para o seu justo despedimento?

55% quer referendar o novo Tratado de Lisboa

Durante algumas semanas mantivemos esta poll de modo a aferir o grau de aceitação ou rejeição por parte de todos aqueles que nos visitam, a um possível referendo acerca do novo Tratado de Lisboa.
Os resultados indicam que em 20 votos:
- 11 indicaram querer referendar a questão;
- 5 não desejam esta forma de aprovação;
- 4 que se manifestaram indiferentes ao método escolhido.
Estes resultados poderão não ter qualquer tipo de valor ou acuricidade, mas podem indicar uma tendência dos portugueses em querer referendar a questão, pronunciando-se pela 1ªprimeira vez, 21 anos depois da adesão europeia, sobre estas importantes questões.